fevereiro 18, 2011

EDP assina acordos para o projeto WindFloat


:: EDP assina acordos para o projeto WindFloat ::

.:: Dispositivo à escala real com aerogerador de 2 MW ::.

Projecto pioneiro a nível mundial está orçado em 18,4 milhões de euros. Dinamarquesa Vestas vai implementar a torre. Veja aqui como funciona.
A WindPlus, uma joint-venture liderada pelo grupo EDP, assinou um acordo com a dinamarquesa Vestas para o fornecimento de uma turbina eólica de 2 megawatts destinada a um projecto na costa portuguesa.

A imprensa especializada está hoje a destacar este negócio, sublinhando o facto de a Vestas ter integrado o Projecto WindFloat – um projecto pioneiro que se baseia numa estrutura flutuante e que deverá custar 18,4 milhões de euros.

O financiamento do projecto foi assegurado através de contribuições de parceiros do projecto e com um subsídio a fundo perdido do Fundo de Apoio à Inovação (FAI), diz a EDP.

Esta será a primeira torre eólica offshore em Portugal e também a primeira da EDP, que tem prevista a sua instalação até ao Verão deste ano.

"A EDP, a InovCapital e a Principle Power, Inc. assinaram um acordo de projeto e um contrato em regime chave‑na‑mão, para a implantação do primeiro WindFloat à escala real equipado com um aerogerador de 2 megawatts (MW), ao largo da costa portuguesa. A EDP, a InovCapital, a Principle Power, a Vestas Wind Systems A/S, a A. Silva Matos (ASM) e o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) são alguns dos parceiros deste projecto", refere em comunicado a empresa liderada por António Mexia.

O WindFloat é uma estrutura flutuante patenteada, com design simples e económico, para suporte de aerogeradores offshore. As funcionalidades inovadoras do WindFloat - que atenua os movimentos induzidos pelas ondas e pelos aerogeradores/vento - permitem implantar aerogeradores offshore em locais antes inacessíveis, onde a água excede os 50 metros de profundidade e os recursos eólicos são superiores, sublinha a EDP.

O projecto prevê a implantação, pela Principle Power, de um protótipo WindFloat, equipado com um aerogerador offshore Vestas V80 de 2,0 MW, ao largo da costa portuguesa ainda este ano.

O sistema será testado na Aguçadoura, num parque EDP, ligado à rede, por um período não inferior a 12 meses, com o objectivo de validar o desempenho da integração entre o WindFloat e o aerogerador. Serão ainda realizados estudos de comissionamento/descomissionamento e de operação e manutenção.

O projecto utilizará capacidades industriais existentes em Portugal e mão‑de‑obra portuguesa qualificada para a maior parte das actividades de fabricação e instalação. A Principle Power assumirá a responsabilidade pela execução do projeto. A Vestas terá a seu cargo o fornecimento, a instalação e o comissionamento de um aerogerador Vestas V80-2.0MW.

Empresas como a ASM e MPG, a Marine Innovation & Technology, a Houston Offshore Engineering, a Bourbon Offshore, a Smith Berger Marine e a Vryhof e Solidal foram subcontratadas para o projecto. A American Bureau of Shipping foi seleccionada como a agência de certificação independente, refere o documento da EDP.

"A EDP elegeu a energia eólica offshore como uma das suas cinco prioridades de inovação e o WindFloat é uma das tecnologias mais promissoras nesta área. Quando forem conhecidos os resultados desta fase de demonstração crucial, a EDP estará mais bem posicionada para superar os desafios da energia eólica offshore em todo o mundo", afirmou António Mexia, citado no comunicado.

João Fernandes, membro da administração do InovCapital, "acredita que o projecto windfloat tem potencial para mudar a forma como Portugal tira proveito da sua costa marítima, dando-lhe tecnologia inovadora na energia eólica e o envolvimento de parceiros locais e internacionais".

Por seu lado, Alla Weinstein, presidente e CEO da Principle Power, afirmou que "nós, na Principle Power, congratulamo‑nos por a EDP adoptar esta tecnologia facilitadora na sua fase inicial. Consideramos o Governo de Portugal e a indústria portuguesa parceiros no desenvolvimento de tecnologias eólicas offshore capazes de suprir a procura portuguesa e mundial de energias renováveis".

"Portugal dispõe das competências e instalações industriais necessárias para executar o projeto, incluindo uma Utility, que fomenta uma visão de promoção do crescimento económico dentro das suas próprias fronteiras. Este projecto representa um passo significativo na utilização do vasto potencial eólico offshore de Portugal para cumprir as metas traçadas no sector das energias renováveis", acrescentou Weinstein.

Juan Araluce, Presidente da Vestas Mediterranean, concluiu: "É com satisfação que anunciamos esta cooperação com a Principle Power e com o Grupo EDP, um dos nossos principais clientes a nível mundial. Trata-se de um projeto precursor na região mediterrânica. Os seus resultados poderão facilitar a implementação de boas práticas na região e noutras zonas do mundo".



Fonte: Jornal Negócios

“Cluster” do mar na EXPONOR


:: “Cluster” do mar na EXPONOR ::

.:: FÓRUM DO MAR ::.
.:: Data: de 16 a 19 de Junho de 2011 ::.

Organização: EXPONOR – Feira Internacional do Porto

Co-organizador: Associação Oceano XXI – Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar

Apoios: Secretaria de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar, Administração dos Portos do Douro e Leixões

Local: EXPONOR – Feira Internacional do Porto (Leça da Palmeira - Matosinhos)

Sectores em exposição: construção e reparação navais; pesca, aquicultura, conservação e transformação do pescado; turismo marítimo e náutica de recreio; energia e ambiente; novos produtos e materiais para as tecnologias marinhas; transportes marítimos e infra-estruturas portuárias; e serviços marítimos.

Perfil do expositor: empresas industriais e de serviços; associações empresariais; organismos públicos; centros de investigação e desenvolvimento e respectivas entidades de intermediação de todos os sectores que se enquadram na economia do mar.

Perfil do visitante: empresários e decisores; responsáveis e técnicos de empresas e da administração pública; engenheiros e projectistas; técnicos de laboratório; docentes e investigadores; outros profissionais ligados à temática do mar; público em geral.

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O FÓRUM DO MAR é a mais recente estreia do calendário de eventos da Feira Internacional do Porto e será escaparate de um aglomerado empresarial e de centros de I&D com projectos em marcha e anunciados num valor de 120 milhões de euros, implicando 10 segmentos de actividade.

Cinco séculos depois dos Descobrimentos portugueses terem dado novos mundos ao Mundo, a pátria do Infante D. Henrique dá sinais sérios de que quer – mesmo - redescobrir o mar. A bem da economia e das futuras gerações.

A nova “aventura” é alimentada por diversos estudos que apontam que o enriquecimento do País (também) depende (e muito) da coluna de água, do solo e do subsolo marítimos da plataforma continental. Que, para além de esconder muitos recursos naturais à espera de serem mapeados e sustentadamente explorados, poderá a médio prazo contemplar uma área correspondente à da actual União Europeia. Isto se os ventos da Organização das Nações Unidas forem favoráveis aos fundamentos jurídicos e científicos que permitem a Portugal acalentar a expectativa de poder ver alargados – para quase o dobro - os limites da sua Zona Económica Exclusiva.

O aglomerado económico e empresarial do mar começou entretanto a reunir forças e já se fez às águas. A primeira grande escala acontece na EXPONOR, de 16 a 19 de Junho, durante o FÓRUM DO MAR - o evento que a Feira Internacional do Porto dedicará aos segmentos com actividades orientadas para a economia e conhecimento marítimos.

A realização resulta de uma parceria entre a Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a Oceano XXI – Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar. Esta última agrega cerca de 50 parceiros, envolvendo empresas, associações empresariais, universidades, centos de investigação e desenvolvimento (I&D) e outras organizações de carácter associativo - implicando áreas como a ciência e tecnologia marinhas, pesca, aquacultura e processamento de pescado, energia, actividades portuárias, transportes, náutica recreativa, logística, ambiente, novos produtos e materiais, construção e reparação naval, defesa, cultura e turismo -, e tem na sua rota projectos (em marcha e planeados) num valor global aproximado aos 120 milhões de euros.

Serão, pois, muitas destas realidades, potencialidades e desafios a constar do mapa do FÓRUM DO MAR, que integrará três coordenadas principais.

Feira, conferência e animação diversificada

A primeira delas aponta para uma componente expositiva (a feira propriamente dita), que visa o aprofundamento de redes de relação e cooperação entre os protagonistas do sector, a apresentação de produtos e tecnologias com aplicação ao meio marinho e a exploração de oportunidades de negócio – inclusive internacionais - na área em destaque.

Outra das âncoras do FÓRUM assumirá a forma de conferência, num momento de reflexão e debate sobre os recursos marinhos e o aproveitamento económico, temas que, pela voz de diversos especialistas, surgirão associados a outros, como a governança e a sustentabilidade. O programa completo merecerá brevemente uma comunicação específica.

A terceira dimensão do evento desenvolver-se-á nas instalações de Leça da Palmeira da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) e compreende diversas iniciativas direccionadas para o público em geral. Do rol de actividades previstas fazem parte saídas de mar (entre Leixões e a foz do Rio Douro), visitas ao Porto de Leixões e ao navio-escola Sagres, oficinas de animação sobre tecnologias marinhas com recurso à robótica, apresentação dos resultados dos trabalhos sobre a extensão da plataforma continental portuguesa, exposição sobre o mar, vela e surf, entre outras, que contarão com o apoio da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar.

Num momento em que o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo (cuja discussão pública termina no próximo dia 22) está prestes a consolidar-se como um dos pilares da nova Estratégia Nacional para o Mar, o FÓRUM DO MAR vem assim assumir-se como um importante “ancoradouro”.

Fonte: AICEP


fevereiro 17, 2011

Plano Nacional de Barragens: 1ª pedra da Barragem do Tua, um investimento de 300 milhões


:: Plano Nacional de Barragens ::

.:: 1ª pedra da Barragem do Tua, um investimento de 300 milhões ::.


O primeiro-ministro, José Sócrates, lança amanhã, em Alijó, a primeira pedra da Barragem De Foz Tua, uma obra estimada em 300 milhões de euros que vai submergir 16 quilómetros da linha ferroviária do Tua.

Esta infra-estrutura está incluída no Plano Nacional de Barragens e insere-se na estratégia de reduzir a dependência energética do país face ao exterior e no incremento das energias renováveis. A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) aprovou a construção a uma quota de 170 metros com a inundação de 16 quilómetros de carris da linha do Tua. A barragem deverá produzir 619 gigawatts por ano a partir de 2015.

Fonte: OJE

fevereiro 16, 2011

Mobilidade Elétrica: Corredor Porto-Vigo


:: Mobilidade Elétrica: Corredor Porto-Vigo ::

Programa luso-galego cria rede de postos de abastecimento para carros elétricos. Orçamento do projeto é de €1,8 milhões.

O CEIIA - Centro para a Excelência e inovação da Indústria Automóvel e o seu homólogo galego CTAG (Centro Tecnológico de Automocion de Galicia) apresentaram esta manhã no TecMaia o projeto conjunto "MOBI2Grid: Corredor de Mobilidade Eléctrica Porto/Vigo". A iniciativa, dizem os promotores, visa posicionar a Euro-Região Norte /Galiza "como pioneira na adoção da mobilidade elétrica . A operação conta com uma dotação orçamental de €1,8 milhões até 2012.

Mas o que representa o MOBI2GRID ? O programa, diz o CEIIA, "aprofunda iniciativas conjuntas anteriores no, âmbito da mobilidade elétrica e desenvolve um sistema interpretável entre as duas regiões".

A parceria incluiu a criação de pontos de carregamento no corredor Porto-Vigo, que funcionarão como laboratórios de demonstração e teste. Além disso, desenvolverá um sistema de telediagnóstico do veículo e a análise da sua interação com o utilizador e com a infra-estrutura de carregamento. Isto é, o programa desenvolverá protótipos e experiências piloto no corredor de mobilidade e surge como um exemplo virtuoso de cooperação Norte-Galiza em Investigação & Desenvolvimento em áreas como as energias renováveis ou telediagnóstico do veículo elétrico.

Repartição de tarefas

Na repartição de tarefas, o CEIIA ficará focado na infra-estrutura de carregamento e no modelo de gestão da rede. Ao CTAG trabalhará a componente associada às barreiras técnicas e sociais, através da conceção do sistema de monitorização, recolha e tratamento de dados e a interacção do carro eléctrico com o utilizador
Na apresentação os promotores, enfatizaram que a iniciativa transfronteiriça "pretende criar um ambiente de inovação que envolva diferentes entidades regionais, empresas e universidades com o objectivo de gerar e atrair novos investimentos associados ao desenvolvimento, fabrico e teste de sistemas e soluções de mobilidade eléctrica".

O Projecto MOBI2GRID está alinhado com as prioridades em matéria de transportes da União Europeia e do programa de cooperação transfronteiriço Portugal/Espanha.Será constituído um observatório para a mobilidade elétrica da Euro-Região Norte/Galiza.

Fonte: Expresso

fevereiro 14, 2011

Seminário - Mobilidade Eléctrica (II Parte)


:: Seminário - Mobilidade Eléctrica (II Parte) ::

.:: 2 de Março de 2011, 17h45 ::.
.:: Auditório da Sede da Ordem Dos Engenheiros - Lisboa ::.

A actualidade do tema “Mobilidade Eléctrica” suscitou um primeiro seminário de reflexão, dirigido às soluções tecnológicas que estão a viabilizar o desenvolvimento de um veículo eléctrico de transporte rodoviário, com elevada penetração no quotidiano e que seja capaz de tornar realidade uma redução drástica do uso dos derivados do petróleo nos transportes.

Para além do impacto que esta mudança terá na economia mundial por via da redução no consumo de petróleo, serão proporcionadas oportunidades em torno dos novos “clusters” técnico-económicos que estão já em formação para fornecer os bens e os serviços de um novo paradigma tecnológico nos transportes.

Como poderão reagir as empresas portuguesas a esta oportunidade, qual o seu posicionamento e capacidades, e quais os reflexos na gestão dos sistemas eléctricos?

Estes são os aspectos a aprofundar e discutir no 2.º seminário, que a Comissão Executiva da Especialização em Engenharia e Gestão Industrial decidiu promover, e que contará com a participação de personalidades com responsabilidades cimeiras em algumas das empresas nacionais, que têm estado na 1.ª linha do desenvolvimento no campo da mobilidade eléctrica, em Portugal.
  • Eng. Jorge Cruz Morais
    • Administrador Executivo da EDP
  • Eng. Alberto Barbosa
    • Administrador Executivo da EFACEC
  • Eng. Pedro Sena da Silva
    • Presidente da AUTOSIL
  • Eng. Rogério Carapuça
    • Presidente da NOVABASE
  • Prof. Tiago Faria
    • Professor IST
  • Administrador EMEL
    • Moderador: Eng. Luís Mira Amaral
  • Professor do IST
    • Membro da Comissão Executiva da Especialização em Engenharia e Gestão Industrial

Informações
Ordem dos Engenheiros – Secretariado dos Colégios
Tel.: 21 313 26 62/3/4
Fax: 21 313 26 72
E-mail: colegios@ordemdosengenheiros.pt

A Inscrição é Gratuita mas Obrigatória »»»

Fonte: Ordem Dos Engenheiros

.:: Links ::.

:: Seminário "Mobilidade Eléctrica: O Veículo" - apresentações disponíveis ::

fevereiro 13, 2011

Portugueses criam software capaz de reduzir emissões de CO2


:: Portugueses criam software capaz de reduzir emissões de CO2 ::

Dois investigadores portugueses desenvolveram um software que reduz drasticamente o consumo de energia eléctrica dos computadores e que se fosse aplicado à escala mundial evitaria a emissão de cinco milhões de toneladas de CO2 na atmosfera por ano, escreve a Lusa.

A descoberta, a que os investigadores Carlos Reis e Jorge Pacheco deram o nome de «SPIRIT», tem como objectivo reduzir o consumo de energia eléctrica e as emissões de CO2 associadas a este consumo por «infra-estruturas de computação de média e grande escala».

Por isso mesmo, não se aplica a utilizadores domésticos, com computadores isolados, disse em entrevista à Lusa Carlos Reis.

As chamadas «infra-estruturas de computação de grande escala» são instalações de tipo industrial espalhadas pelo mundo que estão ao serviço de grandes companhias como a Google, a Microsoft e o Facebook.

Neste tipo de empresas ou entidades, os diferentes computadores, que podem ir de algumas centenas até às dezenas de milhar, estão ligados entre si através de uma rede de comunicação privada, uma intra-net.

As placas de rede destes computadores possuem uma funcionalidade que permite aos computadores que estão num estado dormente, «acordar» quando recebem pela rede o sinal apropriado, explicou o investigador.

«O SPIRIT é um software que é executado no computador-mãe desta rede. A sua função é apenas decidir sobre o estado de vigília de todos os computadores. Se um computador está desligado e precisa de ser ligado então o SPIRIT envia pela rede o sinal apropriado e acorda-o. Por oposição se está ligado e não é preciso, o SPIRIT desliga-o», especificou Carlos Reis.

Em termos de benefícios, podem ser apontados os de ordem económica, como a redução do consumo de electricidade e, consequentemente, do custo de operação destas infra-estruturas, e os ambientais.

Sobre estes, Carlos Reis refere testes feitos durante um ano na Universidade de Lisboa com apenas 200 processadores e em que foi conseguida uma redução no consumo de electricidade equivalente a uma redução de emissões de 5 toneladas de CO2, um gás com efeito de estufa, reconhecido como o principal responsável pelas alterações climáticas.

A partir daqui os investigadores calcularam a poupança energética e ambiental possível a nível mundial com a utilização deste software.

«Se o SPIRIT ou um software equivalente fosse adoptado em infra-estruturas de computação em todo o mundo, a poupança seria no mínimo, e por ano, igual à energia produzida por uma central nuclear, o que equivale a não libertar na atmosfera cinco milhões de toneladas de CO2 por ano», afirmou Carlos Reis.

Fonte: IOL

.:: Links ::.

:: SPIRIT: Drastically Reducing Server Energy Costs ::

:: SPIRIT: SPIRIT is an extraordinarily simple, but effective solution. It is freely available at http://www.ciul.ul.pt/~ATP/SPIRIT/

fevereiro 12, 2011

Plano de Promoção da Eficiência no Consumo da Energia Eléctrica: gera poupanças de 74 milhões de euros


:: PPEC gera poupanças de 74 milhões de euros ::

O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo da Energia Eléctrica (PPEC) permitiu, entre 2008 e 2010, poupanças no consumo de energia no valor de 74 milhões de euros e uma redução de emissões de CO2 de 4687 toneladas. Os resultados do programa foram hoje apresentados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Só através do GERE, iniciativa incluída no PPEC que financia a fundo perdido a aquisição de equipamentos eficientes, a poupança no consumo energético ronda os 11 Gwh/ano. Os 220 equipamentos financiados, em 90 empresas do sector industrial e agrícola, permitiram ainda uma redução de 877 mil euros na factura energética.

Em 2011, o programa GERE vai centrar-se na iluminação pública eficiente, tanto em edifícios históricos como em aldeias rurais. De acordo com a ADENE - Agência para a Energia, entidade responsável pelo GERE, a implementação destas medidas, orçadas em 814 mil euros, permitirão uma poupança de 27,7 GWh por ano. Em termos de factura, a redução no consumo representará 2,2 milhões de euros poupados, anualmente.

Fonte: Ambiente Online