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abril 09, 2011

Conferência "Mercados emergentes : caminhos e destinos para o ambiente e energia"


:: 11ª Grande Conferência do Jornal Água&Ambiente ::

.:: Conferência "Mercados emergentes : caminhos e destinos para o ambiente e energia" ::.

11ª Grande Conferência do Jornal Água&Ambiente, com o tema "Mercados emergentes : caminhos e destinos para o ambiente e energia", realiza-se no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Data e hora: 18 de Maio de 2011, com início às 09:00

Contactos:

Tel.: +351 21 880 61 36
conferencias@about.pt

Mais informações em www.conferenciaaguaeambiente.about.pt.

Fonte: RE. NEW. ABLE.

Encontro "Energia para as Cidades do Futuro"


:: AdEPorto organiza encontro ‘Energia para as Cidades do Futuro’ ::

.:: Consórcio do Intelligent Energy Europe ::.

No dia 11 de Abril, a AdEPorto organiza o encontro final do consórcio do Intelligent Energy Europe dedicado à temática ‘Energia para as Cidades do Futuro’. Os trabalhos terão lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett e contarão com a presença de representantes de várias cidades, entre elas, as pertencentes ao consórcio no qual a AdEPorto foi criada: Bordéus, Latina, Múrcia e Riga.

Estão previstas intervenções para além do Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, do Presidente do Conselho de Administração da Agência de Energia do Porto, Eduardo de Oliveira Fernandes, de Norela Constantinescu da Direcção-Geral de Energia da Comissão Europeia, de Damien Cocard da Executive Agency for Competitiveness and Innovation (EACI), de Mário Rui Silva da Comissão Directiva do ON.2 e de Cristina Daniel da RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente – Rede Nacional, para além das exposições de cada uma das cidades/comunidades do consórcio presentes.

Será ainda apresentado o Plano de Acção para a Energia Sustentável do Porto elaborado pela AdEPorto para o Município no âmbito do Pacto dos Autarcas subscrito em 2009. O encontro terá lugar no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett a partir das 09:30 e o encerramento dos trabalhos está programado para as 18:00

Consulte aqui o programa.

A participação é gratuita, no entanto, limitada à lotação da sala, pelo que solicitamos que efectue a sua inscrição através do email: geral@adeporto.eu ou do telefone 22 201 28 93.

Fonte: AdEPorto

Sessão de informação sobre o 7º Programa Quadro (7º PQ) de I&DT


:: Sessão de informação sobre o 7º Programa Quadro (7º PQ) de I&DT ::

.:: Energia e Nanociências, Nanotecnologias, Materiais e Novas Tecnologias de Produção ::.


Fonte: CCDR-N


A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e o Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de I&DT (GPPQ) promovem, em conjunto, no próximo dia 19 de Abril, pelas 14h00, no Auditório da CCDR-N (Porto), uma sessão de informação sobre o 7º Programa Quadro (7º PQ).

Esta sessão, cujo programa segue em baixo, tem como principal objectivo divulgar junto das entidades que compõem o sistema científico, tecnológico e empresarial da Região do Norte, as oportunidades de financiamento no âmbito dos temas Energia e NMP (Nanociências, Nanotecnologias, Materiais e Novas Tecnologias de Produção), com particular ênfase nos concursos que irão abrir em 2011 para projectos de investigação e demonstração em consórcio internacional (envolvendo empresas, universidades, centros de investigação, etc.).

O orçamento dos concursos no âmbito destes dois temas perfaz perto de 800 milhões de Euros, constituindo assim esta sessão uma importante oportunidade para dinamizar e promover a participação de entidades da Região do Norte no 7º PQ, um dos principais instrumentos de financiamento potencialmente úteis para a concretização dos objectivos da Agenda Regional de Inovação do Norte de Portugal.

PROGRAMA

14h00 | Recepção e registo dos participantes

14h30 | Sessão de Abertura
Ana Teresa Lehmann, Vice-Presidente da CCDR-N

14h45 | Apresentação do 7ºPQ e do GPPQ
Eduardo Maldonado, Coordenador dos Pontos de Contacto Nacionais, GPPQ

15h00 | Oportunidades de financiamento no âmbito do Tema NMP (Nanociências, Nanotecnologias, Materiais e Novas Tecnologias de Produção)
Paula Galvão, Ponto de Contacto Nacional – NMP, GPPQ

15h20 | Oportunidades de financiamento no âmbito do Tema da Energia
Amélia Areias, Ponto de Contacto Nacional - Energia, GPPQ

15h40 | Boas Práticas na Elaboração de Propostas ao 7ºPQ de I&DT
Paula Galvão, Ponto de Contacto Nacional – NMP, GPPQ
Luís Carneiro, Coordenador da Unidade de Engenharia de Sistemas de Produção, INESC Porto

16h20 | Perguntas e Respostas

17h00 | Conclusões e encerramento da sessão
Eduardo Maldonado, Coordenador dos Pontos de Contacto Nacionais, GPPQ


INSCRIÇÕES

Inscrição até 18 de Abril (17h00), obrigatória, gratuita e sujeita a confirmação de disponibilidade.
O número de participantes por entidade poderá ser limitado em função do volume de pedidos de inscrição recebidos.

Link: http://www.ccdr-n.pt/7pq/

fevereiro 12, 2011

REN contrai empréstimo com o BEI de 75 milhões


:: REN contrai empréstimo com o BEI de 75 milhões ::

A energética portuguesa revelou que contraiu um empréstimo junto do Banco Europeu de Investimento (BEI), no valor de 75 milhões de euros.

A REN informa, num comunicado enviado ao mercado, que o contrato de financiamento de longo prazo celebrado hoje "é destinado a financiar investimentos que visam a ampliação e o reforço da Rede Nacional de Transporte de Electricidade".

Este empréstimo correspondente à segunda tranche de um financiamento de 150 milhões de euros contraído junto do BEI, segundo refere o comunicado.

Ontem, foi a vez da EDP anunciar que tinha contraído um empréstimo de 300 milhões de euro junto do BEI, com vista a financiar os reforços de potência das centrais hidroelétricas de Alqueva e de Venda Nova.

Comunicado da REN

Fonte: Económico

fevereiro 03, 2011

Programa Energia Inteligente - Europa: Candidaturas 2011 e Info Day em Portugal


:: Programa Energia Inteligente - Europa: Candidaturas 2011 ::

.:: Info Day em Portugal ::.
.:: 17 de Março de 2011, das 14:00 às 18:00 horas ::.

O programa Energia Inteligente – Europa “2007-2013”, integrado no Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação, destina-se a apoiar a eficiência energética, as fontes de energia renováveis e a diversificação energética, e contribuindo para proporcionar uma energia segura e sustentável, reforçando ao mesmo tempo a competitividade europeia. Este Programa contempla três domínios de acção, nomeadamente, SAVE, ALTENER e STEER e ainda, projectos integrados.

A Comissão Europeia lançou em 18 de Janeiro de 2011 o convite à apresentação de propostas para 2011 ao Programa EIE, as quais terão de ser submetidas unicamente através de via electrónica para o site da EACI (http://ec.europa.eu/intelligentenergy) até às 17 horas (de Bruxelas) do dia 12 de Maio de 2011, excepto para a Iniciativa 10.4.4. “Building Workforce Training and Qualification” que tem como data limite, as 17 horas (de Bruxelas) do dia 15 de Junho de 2011.


.:: Info Day em Portugal ::.

A Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG) vai promover uma sessão de informação “Info-Day” no dia 17 de Março de 2011, das 14:00 às 18:00 horas, no anfiteatro da Direcção Regional de Economia do Norte do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, no Porto, para disseminar a informação relativa ao Programa.

Será necessário fazer a inscrição na DGEG, por fax ou e-mail até ao dia 10 de Março de 2011.

A inscrição será posteriormente confirmada pela DGEG, dada a limitação da capacidade da sala.

Esta sessão destina-se a representantes de entidades e empresas do sector público e privado.

Serão debatidas as questões relacionadas com o funcionamento do Programa e prestados esclarecimentos com vista à apresentação de propostas de candidaturas a serem financiadas pelo Programa Energia Inteligente – Europa 2007-2013.

O evento contará com a participação de um representante da “Executive Agency for Competitiveness and Innovation”, da Comissão Europeia.

Fonte: DGEG


janeiro 12, 2011

Lança o Programa de Eficiência Energética na Administração Pública - ECO.AP


:: Programa de Eficiência Energética na Administração Pública - ECO.AP ::

.:: Resolução do Conselho de Ministros nº 2/2011 de 12 de Janeiro de 2011 ::.


O programa de governo do XVIII Governo Constitucional assume como objectivo para Portugal a aposta nas energias renováveis e na eficiência energética de forma a posicionar o País entre os líderes da revolução energética que está a marcar o início do século xxi. De entre os novos objectivos traçados para a política energética, deve ser dada prioridade à eficiência energética, designadamente através da aplicação de programas de redução do consumo de energia nos edifícios públicos e da promoção de comportamentos e escolhas com menor consumo energético.

Neste contexto, a Estratégia Nacional para a Energia com o horizonte de 2020 (ENE 2020), aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 29/2010, de 15 de Abril, prevê, como um dos seus principais objectivos, o desenvolvimento de um cluster industrial associado à promoção da eficiência energética, assegurando a criação de postos de trabalho e gerando um investimento previsível de 13 mil milhões de euros até 2020.

Assim, o Estado compromete-se, entre outras medidas, a reduzir os consumos nas suas instalações e a promover a utilização de iluminação pública mais eficiente, definindo como prioridade o desenvolvimento do sector das empresas de serviços energéticos, potenciando a criação de um mercado de serviços de energia com elevado potencial.

Igualmente, é preconizada a necessidade de se proceder à alteração de comportamentos, promovendo o combate ao desperdício e à ineficiência dos usos de energia em todas as suas vertentes, sublinhando-se que as sinergias entre as iniciativas públicas e privadas devem ser catalisadoras de uma alteração de hábitos e comportamentos, essencial para garantir o bem-estar das populações, a robustez e a competitividade da economia e a qualidade do ambiente.

Esta linha de actuação enquadra-se, igualmente, no âmbito da Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas 2008-2010, bem como da nova estratégia em elaboração para o triénio 2011-2013. Com efeito, devido ao peso do Estado em matéria de aquisições públicas, tal Estratégia visa assegurar a integração de critérios ambientais no processo de contratação pública de aquisição de bens, prestação de serviços e empreitadas, tendo em vista a redução de impactes ambientais, inclusivamente através de medidas de eficiência energética.

Esta abordagem contribuirá para a concretização dos objectivos estabelecidos no Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC), uma vez que, através da redução do consumo de energia, vai permitir a redução da emissão de gases com efeito de estufa, e tem sinergias óbvias com os planos sectoriais de baixo carbono que cada ministério deverá elaborar até ao final de 2012, conforme determinado na Resolução do Conselho de Ministros n.º 93/2010, de 26 de Novembro.

Assim, tendo por base as melhores práticas internacionais e dando cumprimento ao disposto no Decreto-Lei n.º 319/2009, de 3 de Novembro, o Governo lança através da presente resolução, em desenvolvimento do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) e da ENE 2020, o Programa de Eficiência Energética na Administração Pública - ECO.AP, através do qual visa obter até 2020, nos serviços públicos e nos organismos da Administração Pública, um nível de eficiência energética na ordem dos 20 %, em face dos actuais valores.

O ECO.AP é um programa evolutivo que se traduz num conjunto de medidas de eficiência energética para execução a curto, médio e longo prazos nos serviços, organismos e equipamentos públicos e que visa alterar comportamentos e promover uma gestão racional dos serviços energéticos, nomeadamente através da contratação de empresas de serviços energéticos (ESE).

As ESE fornecem serviços energéticos e outras medidas de melhoria da eficiência energética nas instalações de um utilizador, assumindo um certo grau de risco financeiro, sendo que a sua remuneração pelos serviços prestados se baseia, total ou parcialmente, no grau de concretização da melhoria da eficiência energética e na satisfação de outros critérios de desempenho energético, que possam ser fixados contratualmente.

A presente resolução visa, ainda, a adopção da recomendação ao Governo relativa à obrigatoriedade de divulgação da factura energética da Administração Pública, aprovada pela Resolução da Assembleia da República n.º 114/2010, de 29 de Outubro, bem como a criação de um mercado de certificados brancos. Os certificados brancos são emitidos por organismos de certificação independentes para confirmar a aplicação de medidas de eficiência energética.

Em simultâneo com esta resolução, é aprovado o quadro legislativo aplicável à formação e execução de contratos de gestão de eficiência energética a celebrar entre o Estado e demais entidades públicas e as empresas de serviços energéticos (ESE), na acepção do Decreto-Lei n.º 319/2009, de 3 de Novembro, com vista à implementação de medidas de melhoria da eficiência energética nos edifícios públicos e equipamentos afectos à prestação de serviços públicos.

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

1 - Lançar o Programa de Eficiência Energética na Administração Pública - ECO.AP que visa criar condições para o desenvolvimento de uma política de eficiência energética na Administração Pública, designadamente nos seus serviços, edifícios e equipamentos, de forma a alcançar um aumento da eficiência energética de 20 % até 2020.

2 - Aprovar, desde já, as seguintes medidas do ECO.AP:

  • Determinar que todos os serviços e organismos da administração directa e indirecta do Estado, bem como as empresas públicas, as universidades, as entidades públicas empresariais, as fundações públicas, as associações públicas ou privadas com capital maioritariamente público, designem, no prazo de 90 dias, um gestor local de energia responsável pela dinamização e verificação das medidas para a melhoria da eficiência energética;
  • Determinar que cada ministério deve seleccionar, até ao final do 1.º semestre de 2011, entidades na sua dependência que, em conjunto, representem pelos menos 20 % do consumo de energia desse ministério e que, individualmente ou agrupadas, tenham consumos superiores equivalentes a 100 MWh/ano, com vista ao lançamento de procedimentos concursais tendentes à celebração de contratos de gestão de eficiência energética;
  • Estabelecer que cada ministério deve concretizar, até ao final de 2013, medidas de eficiência energética em todas as entidades na sua dependência através de contratos de gestão de eficiência energética, sempre que este procedimento se mostre adequado às medidas a adoptar;
  • Estabelecer que cada ministério deve determinar, a todas entidades ou serviços que não se enquadrem no disposto nas alíneas b) e c), a adopção e implementação de um plano de acção de eficiência energética até ao final de 2011;
  • Promover um programa de aumento da eficiência energética na iluminação pública em articulação com o sistema de apoio do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN);
  • Criar, até ao final do 1.º semestre de 2011, o barómetro de eficiência energética da Administração Pública, destinado a comparar e a divulgar publicamente o desempenho energético dos serviços, em desenvolvimento do preconizado na Resolução da Assembleia da República n.º 114/2010, de 29 de Outubro, e a desenvolver pela Agência de Energia - ADENE;
  • Implementar, no prazo de 180 dias, um sistema de comercialização de certificados brancos que preveja a sua aplicação à Administração Pública, a desenvolver pela Direcção-Geral de Energia e Geologia com as entidades relevantes.

3 - Estabelecer que compete ao Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento (MEID), através da direcção executiva do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), a coordenação e monitorização do ECO.AP, bem como promover a articulação e a formação dos gestores locais de energia, referidos na alínea a) do número anterior.

Fonte: Resolução do Conselho de Ministros nº 2/2011 de 12 de Janeiro de 2011

janeiro 10, 2011

Fundo de Eficiência Energética (FEE) - Portaria n.º 26/2011


:: Fundo de Eficiência Energética (FEE) - Portaria n.º 26/2011 ::

Este Fundo, inicialmente de 1,5 milhões de euros, tem três objectivos: incentivar a eficiência energética, apoiar novos projectos de eficiência energética e promover a alteração de comportamentos.

Na portaria agora publicada em DR, o Governo referiu que “o regulamento do FEE destina-se a coordenar os processos de financiamento e apoio a projectos enquadrados nos critérios do artigo 4.º que visem a implementação de programas e medidas e que conduzam à redução da procura de energia final de uma forma energeticamente eficiente e optimizada, contribuindo para o cumprimento dos objectivos nacionais em matéria de metas de eficiência energética”.

Podem candidatar-se a este fundo, projectos que conduzam à concretização directa das medidas definidas nos programas do PNAEE, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 80/2008, de 20 de Maio.

Podem ainda candidatar-se projectos de eficiência energética que sejam comprovadamente adicionais ao PNAEE e que manifestamente contribuam para os mesmos objectivos.

As candidaturas formalizam-se junto da comissão executiva, em três avisos anuais, a realizar até 28 de Fevereiro, 30 de Junho e 30 de Outubro de cada ano civil, caso se justifique.

Os pagamentos realizam-se anualmente, em função do cumprimento dos objectivos de economia energética e redução da intensidade energética, comunicadas em relatório anual de progresso e após análise e verificação pela comissão executiva. É referido ainda que “existe lugar a um pagamento inicial, correspondente a 20 % do montante total do investimento”.

O FEE paga uma comissão anual de gestão de 2 % das receitas anuais do Fundo, com um valor mínimo anual de 240 mil euros/ano, a repartir do seguinte modo pelas duas entidades gestoras: 1,5 % para o órgão executivo da estrutura de gestão do PNAEE, destinado ao pagamento das respectivas despesas de funcionamento e 0,5 % para a DGTF (direcção geral do Tesouro e Finanças).

O Governo havia aprovado, no primeiro semestre de 2010, o fundo de eficiência energética, definindo-o como instrumento fundamental para o cumprimento das metas nacionais de eficiência energética estabelecidas no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), permitindo financiar os programas e as medidas aí previstas.

Fonte: Negócios


:: Portaria n.º 26/2011 ::



dezembro 31, 2010

Portugal faz três milhões de euros ao exportar electricidade


:: Portugal faz três milhões de euros ao exportar electricidade ::

Em apenas dois dias, Portugal conseguiu três milhões de euros através da exportação de electricidade, com base na produção de energias renováveis.

Entre 29 de Dezembro e 30 de Dezembro, Portugal vai exportar mais de 60 GW a um preço médio de 42 euros MW. Só durante o mês de Dezembro, Portugal já exportou mais de 250 GW, permitindo que 2010 seja o ano da década com saldo comercial mais favorável, segundo dados da REN.

O forte saldo exportador registado demonstra o potencial de crescimento do sector das energias renováveis em Portugal, consolidado pela Estratégia Nacional de Energia (ENE) 2020.

Ainda de acordo a REN, em 2010, 52 por cento da electricidade consumida em Portugal teve origem em fontes renováveis e endógenas.

Aprovada em Março deste ano e reconhecida por entidades internacionais como um exemplo a seguir, a ENE 2020 já permitiu, em 2010, reduzir as importações de combustíveis fósseis em cerca de 800 milhões de euros e contribuir para o equilíbrio da balança comercial do país através de mais de 400 milhões de euros exportados em equipamentos associados às renováveis.

A aposta nas novas energias tem também contribuído para a criação média anual de 7 mil empregos, sobretudo no interior do país, através da instalação de centros produtores, promovendo ainda a qualidade ambiental, já que em 2009 Portugal emitiu apenas 7,4 toneladas de CO2 per capita, um dos valores mais baixos da UE.

Fonte: TVNET

setembro 25, 2010

Portugal Tecnológico - Conferência "Mobilidade e Energia e Acessibilidade Digital"


:: Portugal Tecnológico 2010 ::

:: Conferência "Mobilidade e Energia e Acessibilidade Digital" ::

:: Conferência “Energia, Desenvolvimento e Emprego” ::




Link: Webcasts & Apresentações

Fonte: Public-i

julho 02, 2010

Perspectivas em Tecnologias Energéticas - ETP (Energy Technology Perspectives) 2010

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou nesta semana o estudo "Perspectivas em Tecnologias Energéticas 2010" (ETP 2010), que aponta alternativas consideradas viáveis para reduzir as emissões de carbono mundiais da área de energia. O documento alerta para a necessidade de uma "revolução tecnológica" que ajude a combater o aquecimento global.

As perspectivas em tecnologias energéticas - Energy Technology Perspectives 2010 (ETP 2010) demonstram que um futuro com baixas emissões de carbono constitui também um poderoso instrumento para promover a segurança energética e o desenvolvimento económico.

O ETP 2010 examina as opções futuras em matéria de combustíveis e tecnologias disponíveis para a produção de energia eléctrica e em sectores chave da indústria, como a construção e os transportes. Pela primeira vez, esta edição inclui uma análise da Europa da OCDE, dos Estados Unidos da América, da China e da Índia, que representam conjuntamente cerca de 56% da procura actual de energia primária. Em seguida, define as mudanças tecnológicas necessárias para um futuro energético sustentável e fornece uma série de roteiros tecnológicos para avaliar o caminho percorrido. Outros elementos inovadores desta edição do ETP 2010 são os capítulos sobre o financiamento, a mudança de comportamentos, a difusão de tecnologias entre as economias desenvolvidas e as economias emergentes, bem como uma discussão sobre os impactos ambientais de certas tecnologias energéticas importantes.

Esta publicação demonstra que será necessário todo um leque de tecnologias existentes e inovadoras para vencer esses desafios e simultaneamente destaca as áreas de acção prioritárias e os mecanismos que podem contribuir para operar essa transição. Esta abordagem destina-se a ajudar os decisores de todas as áreas a identificarem as combinações de tecnologias e políticas mais eficientes nas suas situações específicas. Ao integrar roteiros detalhados para facilitar a implementação das tecnologias, o estudo ETP 2010 pretende desta forma promover dois aspectos da revolução energética: a necessidade de mudar o ritmo de progresso e o maior empenho de todos os países, sectores e agentes.

:: Perspectivas em Tecnologias Energéticas - ETP 2010 ::



Fonte: IEA - Internationl Energy Agency

junho 11, 2010

Eficiência Energética nas Escolas


.: Workshop: A eficiência energética nas escolas: uma oportunidade de aprendizagem e envolvimento da comunidade na responsabilidade social :.

Estádio Cidade de Coimbra | 17 de Junho | 15h00 | Entrada aberta mediante inscrição

junho 07, 2010

10:10 - Portugal

.: CORTAR O NOSSO CO2 EM 10% NUM ANO:.



10:10 Portugal | 10:10

maio 09, 2010

RENEXPO® Portugal - Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética

A RENEXPO® Portugal - Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética - será o primeiro evento RENEXPO®, integrado e completo, exclusivamente dedicado ao sector, a ser realizado em Portugal. Com um espaço de exposição/feira associado a várias conferências, este evento, que cobre todos os domínios relacionados com as Energias Renováveis e Eficiência Energética, foi concebido para ser uma referência, como plataforma informativa e de negócios orientada para o espaço ibérico e Países Lusófonos.

Na RENEXPO® Portugal, os visitantes encontrar-se-ão em contacto directo com os produtos, serviços, tecnologias, projectos e as mais recentes inovações na área das Energias Renováveis e Eficiência Energética. Proporcionará às empresas participantes um espaço privilegiado para captarem novos clientes, expandirem as suas redes de contactos e descobrirem novas oportunidades e mercados.

As conferências, organizadas em parceria com as mais importantes associações do sector, serão um ponto de encontro entre investigadores e especialistas, empresários, investidores e decisores políticos, no qual serão discutidos os desafios e oportunidades que se apresentam ao sector.

Por tudo isto, a RENEXPO® Portugal é um evento completo e integrado; o ponto de encontro que faltava no panorama energético do sudoeste europeu.

.: 13.-15.05.2010 Centro de Congressos de Lisboa :.

Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética
  • Bioenergia
  • Cogeração e Trigeração
  • Eficiência Energética de Edifícios
  • Eficiência Energética de Transportes e Mobilidade Sustentável
  • Energia Eólica
  • Energia Hídrica
  • Energias Renováveis Offshore
  • Energia Solar

Área I&D-Energia

A ligação à comunidade científica e académica desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do sector das Energias Renováveis e Eficiência Energética. A investigação de ponta e a disseminação do conhecimento permitem o constante aperfeiçoamento de tecnologias e processos no sentido de uma maior eficácia e economia, fornecendo um impulso essencial ao crescimento do sector.

Reflectindo este facto, a RENEXPO® Portugal contará com a área I&D-Energia, um espaço no qual várias Universidades e Centros de Investigação, além de apresentarem os seus mais recentes projectos, estarão em contacto directo com as empresas.

Algumas destas Universidades e Centros de Investigação realizarão ainda workshops de carácter técnico e científico sobre diversos tópicos.

.: RENEXPO® Portugal - Brochura :.


abril 11, 2010

SEMINÁRIO - O SECTOR ENERGÉTICO - DESAFIOS E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

A APEMETA, Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais, em colaboração com a APA - Agência Portuguesa do Ambiente, irá realizar um Seminário no dia 15 de Abril de 2010 subordinado ao tema " "O Sector Energético - Desafios e Inovação Tecnológica".

Este encontro tem como público-alvo os Empresários dos Sectores da Indústria e Serviços, Associações Empresariais, Profissionais do Sector Ambiental, Técnicos da Administração Pública Central, Regional e Local, Docentes, Investigadores e Estudantes.

Serão abordados neste encontro, entre outros, os seguintes temas:
  • BALANÇO E SITUAÇÃO ACTUAL DO SECTOR ENERGÉTICO
  • INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DO SECTOR
  • NOVAS TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS NOS MUNICÍPIOS
  • IMPLEMENTAÇÃO DE CASOS PRÁTICOS INOVADORES

Programa do Seminário



Fonte: APEMETA

abril 10, 2010

3º SEMINARIO INTERNACIONAL - Hidrogénio, Energia e Sustentabilidade

O ano de 2020 desenha-se como um novo milestone dos compromissos no âmbito da União Europeia, com metas ambiciosas de penetração das renováveis no mix energético de todos os Países membros.

Portugal tem nas renováveis uma nova bandeira de diferenciação no contexto internacional. Seremos dos Países que, proporcionalmente, mais tem investido nestas fontes energéticas. Às Energias Renováveis é atribuído elevado potencial de se poder constituir como um novo cluster de especialização da economia Portuguesa. As condições climatéricas particularmente favoráveis justificam que se considere que Portugal pode, a prazo, gerar uma balança energética positiva. A criação do Polo de Competitividade e Tecnologia em Energia é um passo decisivo para que esses objectivos se venham a concretizar.

Das tecnologias do Hidrogénio esperam-se contributos decisivos para que os objectivos definidos se possam alcançar sem que sejamos obrigados a compromissos restritivos (e mesmo penosos) no que se refere à utilização da energia enquanto bem de primeira necessidade. É o desafio do mercado, justificando os vultuosos investimentos de que têm sido objecto a nível mundial. Cabe-lhes demonstrar que atingiram a fiabilidade, maturidade e competitividade económica que permita encará-las como uma alternativa energética a contemplar nas soluções a implementar entre hoje e 2030, se (sem dramatismos) queremos salvar a herança que pretendemos deixar aos nossos descendentes.

É este o enquadramento deste Seminário. A tónica é a da Eco-Community. As regiões, os Municípios, as pequenas comunidades têm um papel decisivo nesta alteração de modelo. Se há uma característica distintiva do novo modelo energético é a do desafio que põe à auto sustentabilidade das várias comunidades, às redes distribuídas, inteligentes e interligadas, garantes da satisfação das necessidades energéticas das populações. O projecto ECOS é uma manifestação deste desejo de mudança e da contribuição dos Municípios para que essa mudança possa acontecer. Este Seminário é uma oportunidade para que possamos perceber os novos caminhos que teremos de trilhar.

O H2 Ecocommunity é dirigido a especialistas, empresários, representantes da administração pública local, regional e central, entre outros interessados. O objectivo do seminário é demonstrar as potencialidades do hidrogénio, como vector energético, e a sua, já, aplicabilidade em projectos desenvolvidos na Europa.




3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL - Hidrogénio, Energia e Sustentabilidade

Programa - 29 de Abril & 30 de Abril

abril 09, 2010

Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico

Portugal é um dos países da União Europeia com maior potencial hídrico por explorar e com maior dependência energética do exterior. Face a esta situação, foram definidas, pelo governo português, metas para a energia hídrica que se traduzem num claro aumento, face à actual potência hidroeléctrica instalada.

Para alcançar aquele objectivo, que representará uma redução, de 54% para 33%, do potencial hídrico por aproveitar até 2020, será necessário realizar um conjunto de investimentos em aproveitamentos hidroeléctricos, os quais constituem o projecto de Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH).

A análise do PNBEPH no âmbito do quadro de referência estratégico ambiental, permitiu avaliar a sua potencial contribuição em termos de alcance das metas estratégicas estabelecidas para cada factor crítico e identificadas as oportunidades e ameaças geradas pela sua implementação.

De acordo com a Avaliação Ambiental desenvolvida, a opção D, que integra os aproveitamentos de Almourol, Alvito, Daivões, Foz Tua, Fridão, Girabolhos, Padroselhos, Pinhosão e Alto Tâmega (Vidago), apresenta-se como a opção mais favorável.


Fonte: INAG | http://pnbeph.inag.pt/

abril 04, 2010

ENE 2020 - Estratégia Nacional para a Energia

A ENE 2020 define uma agenda para a competitividade, para o crescimento e para a independência energética e financeira do País e estabelece como principais metas a redução da dependência energética face ao exterior para 74% em 2020 e a produção, nesta data, de 31% da energia final a partir de recursos endógenos.

A ENE 2020 assenta sobre cinco eixos principais:

  • Competitividade, Crescimento e Independência Energética e Financeira;
  • Aposta nas Energias Renováveis;
  • Promoção da Eficiência Energética;
  • Garantia da Segurança de Abastecimento;
  • Promoção da Sustentabilidade Económica e Ambiental.

A implementação desta estratégia permitirá a Portugal cumprir os compromissos assumidos no contexto das políticas europeias de combate às alterações climáticas, onde se incluiu a redução do consumo de energia final e de emissões em 20%. Estima-se, ainda, que em 2020, 60% da electricidade produzida tenha origem em fontes renováveis.

A promoção do desenvolvimento sustentável criará condições para reduzir adicionalmente, no horizonte de 2020, 20 milhões de toneladas de emissões de CO2.


Fonte: ADENE