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janeiro 28, 2011

Energia: Universidade de Évora vai criar Instituto Português de Energia Solar


:: UÉvora vai criar Instituto Português de Energia Solar ::

.:: Entidade terá forte ligação às empresas ::.

A Universidade de Évora (UÉvora) vai criar um instituto nacional dedicado à energia solar para “potenciar a ajudar a desenvolver” o sector em Portugal, fomentando a criação de conhecimento e o desenvolvimento tecnológico e a sua aplicação industrial.

O reitor da instituição, Carlos Braumann, adiantou hoje que a criação do Instituto Português de Energia Solar advém de uma forte aposta nas energias renováveis por parte da academia alentejana. “A UÉvora tem, de facto, um projecto de desenvolvimento na área das energias renováveis, nos vários sectores, e esta ideia nasceu muito recentemente”, disse.

A intenção de criar o instituto conta com “o apoio do Ministério da Economia e da secretaria de Estado da Energia e Inovação”, segundo Carlos Braumann, e é apresentada amanhã, num simpósio em Évora.
O colóquio, no âmbito da Cátedra BES Energias Renováveis da UÉvora, vai abordar a alta concentração solar e a produção de electricidade, devendo contar com a presença do secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, divulgou a organização.

A iniciativa, explicou o reitor, “vai servir para fazer o ponto da situação dos últimos desenvolvimentos tecnológicos” relacionados com energia solar e, ao mesmo tempo, “para lançar a pedra de criação do instituto”.

Dentro de “uns meses”, a academia pretende ter já “um projecto mais detalhado”, para ser submetido à “avaliação das entidades governamentais”. “Estamos convictos de que terá sucesso”, afiançou, estimando que, em 2012, o instituto esteja criado, para “potenciar e ajudar a desenvolver todo o sector de interface entre a criação do conhecimento e o desenvolvimento tecnológico” na área da energia solar e “a sua aplicação industrial”.


.:: Primeira licenciatura na área ::.

O reitor lembrou que a academia alentejana, além da cátedra, ministra a “primeira licenciatura” nacional em Engenharias Renováveis, tem mestrados, doutoramentos e investigação na área e acolhe ainda vários projectos de demonstração tecnológica em parceria com empresas.

“Há aqui um grande potencial, em que Évora e a universidade se estão a situar como uma frente de desenvolvimento científico e tecnológico virado para a utilização empresarial” da energia solar, sublinhou.

O secretário de Estado Carlos Zorrinho lembrou à Lusa que o Alentejo “tem condições muito favoráveis” para a instalação de tecnologia solar e que, dos 18 projectos nacionais de teste lançados recentemente pela Direcção-Geral de Energia e Geologia, “parte muito significativa” escolheu localizar-se no concelho de Évora.

“Estamos disponíveis para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance” para que o Instituto Português de Energia Solar “seja uma realidade”, assegurou o governante.

Fonte: Ciência Hoje

Universidade de Évora vai testar novas tecnologias de alta concentração solar


:: Universidade Évora vai testar novas tecnologias de alta concentração solar ::

Dois projetos de empresas para testar novas tecnologias de alta concentração solar, com potencial para o desenvolvimento tecnológico do setor em Portugal, vão decorrer na Estação Experimental da Mitra, da Universidade de Évora, foi revelado esta sexta feira.

“São os dois muitíssimo inovadores” e podem vir a “proporcionar o desenvolvimento da indústria em Portugal nesta área”, adiantou Manuel Collares Pereira, titular da cátedra em energias renováveis da academia alentejana.

O investigador e responsável pela Cátedra BES Energias Renováveis falava aos jornalistas à margem de um simpósio sobre alta concentração solar e produção de eletricidade, que decorreu na universidade.

No encontro, foram divulgados projetos de demonstração ligados à alta concentração solar, no Alentejo e noutras zonas do país, nomeadamente os dois que vão ter como 'palco' a Estação Experimental da Mitra, num pólo da universidade nos arredores de Évora.

Um deles é promovido pela multinacional Siemens e pela portuguesa EDP Inovação (EDPi), para testar cilindros parabólicos e armazenamento de energia térmica.

O outro envolve igualmente a EDPi, juntamente com a cátedra da Universidade de Évora, para testar uma outra tecnologia, sendo liderado diretamente por Collares Pereira.

“São ambos no âmbito da alta concentração termosolar e vamos desenvolver protótipos das respetivas tecnologias a uma escala já grande, com centenas de metros quadrados, não é uma coisa pequena, de laboratório”, disse.

O objetivo é, precisamente, apurar quais os valores a que se consegue fornecer energia e com que preços, recorrendo a estas tecnologias, para que depois as empresas envolvidas “beneficiem deste conhecimento”.

Os dois projetos “já estão contratados” com a Universidade de Évora, mas ainda se “estão a dar os primeiros passos” para a sua concretização, devendo avançar no terreno “durante este ano e 2012”, limitou-se a adiantar o investigador.

Em termos gerais, Manuel Collares Pereira realçou que o crescente interesse pelas tecnologias de alta concentração solar é o de poderem vir a permitir, no futuro, “ter sistemas de baixo custo e com um rendimento muito alto".

A Universidade de Évora anunciou esta semana que pretende criar o Instituto Português de Energia Solar, para fomentar a ligação entre o conhecimento e desenvolvimento tecnológico nesta área e a sua aplicação industrial.

Fonte: Região Sul

janeiro 10, 2011

Fundo de Eficiência Energética (FEE) - Portaria n.º 26/2011


:: Fundo de Eficiência Energética (FEE) - Portaria n.º 26/2011 ::

Este Fundo, inicialmente de 1,5 milhões de euros, tem três objectivos: incentivar a eficiência energética, apoiar novos projectos de eficiência energética e promover a alteração de comportamentos.

Na portaria agora publicada em DR, o Governo referiu que “o regulamento do FEE destina-se a coordenar os processos de financiamento e apoio a projectos enquadrados nos critérios do artigo 4.º que visem a implementação de programas e medidas e que conduzam à redução da procura de energia final de uma forma energeticamente eficiente e optimizada, contribuindo para o cumprimento dos objectivos nacionais em matéria de metas de eficiência energética”.

Podem candidatar-se a este fundo, projectos que conduzam à concretização directa das medidas definidas nos programas do PNAEE, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 80/2008, de 20 de Maio.

Podem ainda candidatar-se projectos de eficiência energética que sejam comprovadamente adicionais ao PNAEE e que manifestamente contribuam para os mesmos objectivos.

As candidaturas formalizam-se junto da comissão executiva, em três avisos anuais, a realizar até 28 de Fevereiro, 30 de Junho e 30 de Outubro de cada ano civil, caso se justifique.

Os pagamentos realizam-se anualmente, em função do cumprimento dos objectivos de economia energética e redução da intensidade energética, comunicadas em relatório anual de progresso e após análise e verificação pela comissão executiva. É referido ainda que “existe lugar a um pagamento inicial, correspondente a 20 % do montante total do investimento”.

O FEE paga uma comissão anual de gestão de 2 % das receitas anuais do Fundo, com um valor mínimo anual de 240 mil euros/ano, a repartir do seguinte modo pelas duas entidades gestoras: 1,5 % para o órgão executivo da estrutura de gestão do PNAEE, destinado ao pagamento das respectivas despesas de funcionamento e 0,5 % para a DGTF (direcção geral do Tesouro e Finanças).

O Governo havia aprovado, no primeiro semestre de 2010, o fundo de eficiência energética, definindo-o como instrumento fundamental para o cumprimento das metas nacionais de eficiência energética estabelecidas no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), permitindo financiar os programas e as medidas aí previstas.

Fonte: Negócios


:: Portaria n.º 26/2011 ::



dezembro 31, 2010

Decreto-Lei n.º 141/2010 - Estabelecer metas para a produção de energia com base em fontes renováveis


:: Decreto-Lei n.º 141/2010 - Estabelecer metas para a produção de energia com base em fontes renováveis ::

Na sequência da Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020), que foi aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 29/2010, de 15 de Abril, o presente decreto-lei vem estabelecer metas para a produção de energia com base em fontes renováveis e dar aos consumidores instrumentos para poderem avaliar a quantidade de energia proveniente de fontes renováveis no cabaz energético de um determinado fornecedor.

Em primeiro lugar, definem-se as metas nacionais de utilização de energia renovável no consumo final bruto de energia estabelecendo-se que, em 2020, a meta de utilização de energia proveniente de fontes renováveis no consumo final bruto de energia deve ser de 31 % e que, também em 2020, a utilização de energia proveniente de fontes renováveis no consumo energético no sector dos transportes deve ser de 10 %.

Estas metas são fundamentais para alcançar três objectivos. Por um lado, reduzir a dependência energética do País face ao exterior para 74 % em 2020, passando a produzir, a partir desta data, através de recursos endógenos, o equivalente a 60 milhões de barris anuais de petróleo, com vista a assegurar uma progressiva independência do País face aos combustíveis fósseis, conforme consta da ENE 2020. Por outro, para reduzir em 25 % o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas e conseguir, assim, gerar uma redução de importações de 2000 milhões de euros.

Finalmente, para criar riqueza e consolidar um cluster energético no sector das energias renováveis em Portugal, assegurando em 2020 um valor acrescentado bruto de 3800 milhões de euros e criando mais 100 000 postos de trabalho a acrescer aos 35 000 já existentes no sector e que são consolidados. Destes 135 000 postos de trabalho do sector, 45 000 são directos e 90 000 indirectos. O impacto no PIB passará de 0,8 % para 1,7 % até 2020. Em segundo lugar, cria-se um mecanismo de emissão de garantias de origem para a electricidade a partir de fontes de energia renovável. Trata-se de um instrumento para comprovar ao consumidor final a quota ou quantidade de energia proveniente de fontes renováveis presente no cabaz energético de um determinado fornecedor. Os consumidores podem escolher um fornecedor de energia com mais informação e optar pelo fornecedor que produza com um maior recurso a energias renováveis, enquanto os agentes do mercado podem promover com mais facilidade os seus produtos.


:: Metas para a utilização de energias renováveis ::

Em 2020, 31% da energia utilizada deve ser proveniente de fontes renováveis.

Para o período entre 2011 e 2020, estão definidas as seguintes metas:



No sector dos transportes, pretende-se que, em 2020, 10% da energia consumida seja proveniente de fontes renováveis.


:: Certificados de origem para as energias renováveis ::

A partir de 1 de Janeiro de 2011, os produtores de electricidade e de energia usada para aquecimento ou arrefecimento a partir de fontes renováveis podem pedir ao Laboratório Nacional de Energia e Geologia que emita garantias de origem para a energia que produzem.

As garantias de origem permitem aos produtores de energia promover mais facilmente os seus produtos e aos consumidores conhecer melhor a oferta dos fornecedores e escolher os que usam mais energias renováveis.

As garantias de origem não podem ser pedidas por produtores que tenham recebido do Estado apoios à produção de energias de fontes renováveis (por exemplo, apoios ao investimento ou descontos nos impostos).



Fonte: DRE

Portugal faz três milhões de euros ao exportar electricidade


:: Portugal faz três milhões de euros ao exportar electricidade ::

Em apenas dois dias, Portugal conseguiu três milhões de euros através da exportação de electricidade, com base na produção de energias renováveis.

Entre 29 de Dezembro e 30 de Dezembro, Portugal vai exportar mais de 60 GW a um preço médio de 42 euros MW. Só durante o mês de Dezembro, Portugal já exportou mais de 250 GW, permitindo que 2010 seja o ano da década com saldo comercial mais favorável, segundo dados da REN.

O forte saldo exportador registado demonstra o potencial de crescimento do sector das energias renováveis em Portugal, consolidado pela Estratégia Nacional de Energia (ENE) 2020.

Ainda de acordo a REN, em 2010, 52 por cento da electricidade consumida em Portugal teve origem em fontes renováveis e endógenas.

Aprovada em Março deste ano e reconhecida por entidades internacionais como um exemplo a seguir, a ENE 2020 já permitiu, em 2010, reduzir as importações de combustíveis fósseis em cerca de 800 milhões de euros e contribuir para o equilíbrio da balança comercial do país através de mais de 400 milhões de euros exportados em equipamentos associados às renováveis.

A aposta nas novas energias tem também contribuído para a criação média anual de 7 mil empregos, sobretudo no interior do país, através da instalação de centros produtores, promovendo ainda a qualidade ambiental, já que em 2009 Portugal emitiu apenas 7,4 toneladas de CO2 per capita, um dos valores mais baixos da UE.

Fonte: TVNET

Estabelece a estrutura de gestão do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), e Gerir o Fundo de Eficiência Energética (FEE)


:: Portaria n.º 1316/2010 - Visa estabelecer a estrutura de gestão do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), e Gerir o Fundo de Eficiência Energética (FEE) ::



Fonte: DRE

julho 30, 2010

INEGI - Energia Eólica Offshore

Apresentação realizada por Barata da Rocha, Presidente do INEGI, sob o tema "A Energia Offshore no INEGI", na conferência "Energia Offshore", no Ciência 2010.


:: INEGI - Energia Eólica Offshore ::



julho 13, 2010

Projecto: Smart I Win!

A crescente consciencialização da comunidade técnico-científica, dos agentes económicos, dos organismos políticos e do público consumidor sobre as questões ambientais relacionadas com a emissão de gases poluentes, assim como a necessidade de dispor de alternativas viáveis à utilização dos combustíveis fósseis, veio lançar novamente o debate sobre o futuro das tecnologias de tracção automóvel, nomeadamente da tracção eléctrica.

A A. A. Silva tem vindo a investigar as possíveis alternativas à bateria de chumbo-ácido para diversas aplicações, incluindo a tracção eléctrica. Neste âmbito, de modo a incrementar o esforço de estudo e compreensão da tecnologia envolvida na tracção eléctrica automóvel, na construção e utilização das baterias para esta aplicação (Lítio ou outras tecnologias), assim como na sua integração no VE, foi decidido efectuar a conversão de um veículo de motorização convencional em VE. Este automóvel convertido funcionará como laboratório móvel da Autosil para teste de baterias em aplicação real, representando uma plataforma de estudo avançado das tecnologias envolvidas nos restantes componentes do VE, como o motor, o sistema de controlo da tracção, o carregador e conversores de tensão, assim como na sua plena integração com os sistemas e comandos já existentes no automóvel convencional.

A conversão foi efectuada num automóvel Smart usado, onde foi instalado um motor eléctrico de uma antiga máquina, convenientemente reconvertido para a utilização pretendida. Foram também projectados e instalados alguns componentes e peças mecânicas específicas para efectuar o acoplamento à transmissão e o controlo do sistema eléctrico de propulsão. Foi montada uma bateria de teste de tecnologia de LiFePO4 (lítio fosfato de ferro), que está actualmente a ser estudada pela Autosil, especialmente concebida para instalação no VE.

Estão a ser realizados testes para optimização do sistema eléctrico de tracção que permitirão optimizar o funcionamento do automóvel, avaliar as características da tracção eléctrica e da utilização da bateria e validar o desempenho obtido. Uma das características mais relevantes da tracção eléctrica e que já está a ser testada no Smart Iwin é a possibilidade de recuperação de energia durante a travagem ou descida para carregar as baterias. Espera-se que este veículo com a actual bateria de 5kWh, depois de convenientemente configurado e se utilizado criteriosamente, possa vir a atingir uma autonomia superior a 50km, uma velocidade máxima superior a 100km/h e a carregar a bateria em cerca de 1h.


:: Smart I Win! ::



Fonte: AUTOSIL



:: Apresentação iMTT - BATERIAS PARA VEÍCULOS ELÉCTRICOS ::




junho 11, 2010

Eficiência Energética nas Escolas


.: Workshop: A eficiência energética nas escolas: uma oportunidade de aprendizagem e envolvimento da comunidade na responsabilidade social :.

Estádio Cidade de Coimbra | 17 de Junho | 15h00 | Entrada aberta mediante inscrição

junho 07, 2010

10:10 - Portugal

.: CORTAR O NOSSO CO2 EM 10% NUM ANO:.



10:10 Portugal | 10:10

maio 20, 2010

Fundo de Eficiência Energética

O Decreto Lei n.º 50/2010 vem criar o Fundo para a Eficiência Energética (FEE). Este Fundo tem três objectivos fundamentais:

  • Incentivar a eficiência energética por parte dos cidadãos e das empresas
  • Apoiar projectos de eficiência energética em áreas onde até agora esses projectos ainda não tinham sido desenvolvidos
  • Promover a alteração de comportamentos nesta matéria

O FEE será constituído com uma dotação inicial de 1,5 milhão de euros, a realizar integralmente pela Direcção -Geral de Energia e Geologia.

Em primeiro lugar, procura -se melhorar a nossa eficiência energética nas áreas dos transportes, da habitação, da prestação de serviços, da indústria e nos serviços públicos através de, por exemplo, incentivos destinados aquisição de equipamentos com melhor desempenho energético ou equipamentos que promovam uma utilização mais racional da energia, como recuperadores de calor a biomassa, colectores solares térmicos, janelas eficientes ou isolamentos térmicos.

Em segundo lugar, poderá apoiar projectos de eficiência energética em áreas como a agricultura ou a indústria extractiva, que contribuam igualmente para a redução do consumo final de energia. Estes apoios potenciam o desenvolvimento do tecido económico, sobretudo junto das pequenas e médias empresas ligadas ao fornecimento de bens e serviços, tendo assim um impacto significativo na criação de novos postos de trabalho qualificado.

Finalmente, em terceiro lugar, o FEE pode ainda ser utilizado para promover campanhas e eventos relacionados com a alteração de comportamentos, com vista à redução dos perfis de consumo de energia pelos indivíduos e pelas organizações beneficiárias.

.: Decreto Lei n.º 50/2010 :.


maio 09, 2010

RENEXPO® Portugal - Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética

A RENEXPO® Portugal - Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética - será o primeiro evento RENEXPO®, integrado e completo, exclusivamente dedicado ao sector, a ser realizado em Portugal. Com um espaço de exposição/feira associado a várias conferências, este evento, que cobre todos os domínios relacionados com as Energias Renováveis e Eficiência Energética, foi concebido para ser uma referência, como plataforma informativa e de negócios orientada para o espaço ibérico e Países Lusófonos.

Na RENEXPO® Portugal, os visitantes encontrar-se-ão em contacto directo com os produtos, serviços, tecnologias, projectos e as mais recentes inovações na área das Energias Renováveis e Eficiência Energética. Proporcionará às empresas participantes um espaço privilegiado para captarem novos clientes, expandirem as suas redes de contactos e descobrirem novas oportunidades e mercados.

As conferências, organizadas em parceria com as mais importantes associações do sector, serão um ponto de encontro entre investigadores e especialistas, empresários, investidores e decisores políticos, no qual serão discutidos os desafios e oportunidades que se apresentam ao sector.

Por tudo isto, a RENEXPO® Portugal é um evento completo e integrado; o ponto de encontro que faltava no panorama energético do sudoeste europeu.

.: 13.-15.05.2010 Centro de Congressos de Lisboa :.

Feira e Conferência Internacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética
  • Bioenergia
  • Cogeração e Trigeração
  • Eficiência Energética de Edifícios
  • Eficiência Energética de Transportes e Mobilidade Sustentável
  • Energia Eólica
  • Energia Hídrica
  • Energias Renováveis Offshore
  • Energia Solar

Área I&D-Energia

A ligação à comunidade científica e académica desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do sector das Energias Renováveis e Eficiência Energética. A investigação de ponta e a disseminação do conhecimento permitem o constante aperfeiçoamento de tecnologias e processos no sentido de uma maior eficácia e economia, fornecendo um impulso essencial ao crescimento do sector.

Reflectindo este facto, a RENEXPO® Portugal contará com a área I&D-Energia, um espaço no qual várias Universidades e Centros de Investigação, além de apresentarem os seus mais recentes projectos, estarão em contacto directo com as empresas.

Algumas destas Universidades e Centros de Investigação realizarão ainda workshops de carácter técnico e científico sobre diversos tópicos.

.: RENEXPO® Portugal - Brochura :.


abril 11, 2010

SEMINÁRIO - O SECTOR ENERGÉTICO - DESAFIOS E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

A APEMETA, Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais, em colaboração com a APA - Agência Portuguesa do Ambiente, irá realizar um Seminário no dia 15 de Abril de 2010 subordinado ao tema " "O Sector Energético - Desafios e Inovação Tecnológica".

Este encontro tem como público-alvo os Empresários dos Sectores da Indústria e Serviços, Associações Empresariais, Profissionais do Sector Ambiental, Técnicos da Administração Pública Central, Regional e Local, Docentes, Investigadores e Estudantes.

Serão abordados neste encontro, entre outros, os seguintes temas:
  • BALANÇO E SITUAÇÃO ACTUAL DO SECTOR ENERGÉTICO
  • INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DO SECTOR
  • NOVAS TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS NOS MUNICÍPIOS
  • IMPLEMENTAÇÃO DE CASOS PRÁTICOS INOVADORES

Programa do Seminário



Fonte: APEMETA

abril 10, 2010

3º SEMINARIO INTERNACIONAL - Hidrogénio, Energia e Sustentabilidade

O ano de 2020 desenha-se como um novo milestone dos compromissos no âmbito da União Europeia, com metas ambiciosas de penetração das renováveis no mix energético de todos os Países membros.

Portugal tem nas renováveis uma nova bandeira de diferenciação no contexto internacional. Seremos dos Países que, proporcionalmente, mais tem investido nestas fontes energéticas. Às Energias Renováveis é atribuído elevado potencial de se poder constituir como um novo cluster de especialização da economia Portuguesa. As condições climatéricas particularmente favoráveis justificam que se considere que Portugal pode, a prazo, gerar uma balança energética positiva. A criação do Polo de Competitividade e Tecnologia em Energia é um passo decisivo para que esses objectivos se venham a concretizar.

Das tecnologias do Hidrogénio esperam-se contributos decisivos para que os objectivos definidos se possam alcançar sem que sejamos obrigados a compromissos restritivos (e mesmo penosos) no que se refere à utilização da energia enquanto bem de primeira necessidade. É o desafio do mercado, justificando os vultuosos investimentos de que têm sido objecto a nível mundial. Cabe-lhes demonstrar que atingiram a fiabilidade, maturidade e competitividade económica que permita encará-las como uma alternativa energética a contemplar nas soluções a implementar entre hoje e 2030, se (sem dramatismos) queremos salvar a herança que pretendemos deixar aos nossos descendentes.

É este o enquadramento deste Seminário. A tónica é a da Eco-Community. As regiões, os Municípios, as pequenas comunidades têm um papel decisivo nesta alteração de modelo. Se há uma característica distintiva do novo modelo energético é a do desafio que põe à auto sustentabilidade das várias comunidades, às redes distribuídas, inteligentes e interligadas, garantes da satisfação das necessidades energéticas das populações. O projecto ECOS é uma manifestação deste desejo de mudança e da contribuição dos Municípios para que essa mudança possa acontecer. Este Seminário é uma oportunidade para que possamos perceber os novos caminhos que teremos de trilhar.

O H2 Ecocommunity é dirigido a especialistas, empresários, representantes da administração pública local, regional e central, entre outros interessados. O objectivo do seminário é demonstrar as potencialidades do hidrogénio, como vector energético, e a sua, já, aplicabilidade em projectos desenvolvidos na Europa.




3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL - Hidrogénio, Energia e Sustentabilidade

Programa - 29 de Abril & 30 de Abril

abril 04, 2010

ENE 2020 - Estratégia Nacional para a Energia

A ENE 2020 define uma agenda para a competitividade, para o crescimento e para a independência energética e financeira do País e estabelece como principais metas a redução da dependência energética face ao exterior para 74% em 2020 e a produção, nesta data, de 31% da energia final a partir de recursos endógenos.

A ENE 2020 assenta sobre cinco eixos principais:

  • Competitividade, Crescimento e Independência Energética e Financeira;
  • Aposta nas Energias Renováveis;
  • Promoção da Eficiência Energética;
  • Garantia da Segurança de Abastecimento;
  • Promoção da Sustentabilidade Económica e Ambiental.

A implementação desta estratégia permitirá a Portugal cumprir os compromissos assumidos no contexto das políticas europeias de combate às alterações climáticas, onde se incluiu a redução do consumo de energia final e de emissões em 20%. Estima-se, ainda, que em 2020, 60% da electricidade produzida tenha origem em fontes renováveis.

A promoção do desenvolvimento sustentável criará condições para reduzir adicionalmente, no horizonte de 2020, 20 milhões de toneladas de emissões de CO2.


Fonte: ADENE