outubro 09, 2010

FAI - Fundo de Apoio à Inovação


:: FAI - Fundo de Apoio à Inovação ::

Criado em Dezembro de 2008 pelo Ministério da Economia e da Inovação (MEI) e instituído junto da Agência para a Energia (ADENE), o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) apoia projectos de inovação e desenvolvimento tecnológico nas áreas das energias renováveis e da eficiência energética, que promovam a parceria entre o sistema científico português e as empresas nacionais.

No seu âmbito de financiamento incluem-se:
  • Projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico;
  • Projectos pré-industriais através da vertente de capital de risco;
  • Bolsas de mestrado e doutoramento;
  • Conferências e Seminários;
  • Estudos técnicos ou científicos;
  • Campanhas de marketing institucional e/ou sensibilização.

Com uma dotação inicial de cerca de 76 Milhões de Euros, e com a possibilidade de ser reforçado através de dotações complementares, o FAI apresenta-se como um instrumento de suporte ao desenvolvimento das energias renováveis e eficiência energética em Portugal, através da promoção e incentivo ao investimento e colaboração entre o sector empresarial e o sistema científico.

Através do Despacho n.º 13415/2010, de 19 de Agosto, foi alargado o âmbito do FAI a projectos em regime de demonstração tecnológica de conceito e em regime pré-comercial, por se considerar que o FAI pode ajudar a ultrapassar uma falha de mercado identificada nestes regimes. O regime de demonstração tecnológica de conceito é a actividade na qual o promotor pretende demonstrar que um determinado conceito tem potencial para ser técnica e economicamente viável, ao passo que o regime pré-comercial é entendido como a actividade de exploração de um conceito cuja viabilidade técnica e potencial económico se encontram demonstrados, mas cujo grau de maturidade não permite ainda auto-suficiência económica.


:: Candidaturas ::

As linhas de acção que se seguem servem de orientação para eventuais candidaturas ao financiamento de projectos de investigação e desenvolvimento por parte do Fundo de Apoio à Inovação (FAI). Ainda que o formato de apresentação das candidaturas não seja rígido, será necessário ter em conta todas as posteriores indicações.

O objectivo deste documento é orientar o processo de candidatura para que os potenciais promotores conheçam qual a informação relevante que nela deve constar e, também, facilitar a sua avaliação por parte do FAI.

As seguintes guidelines não substituem a leitura integral do Regulamento de Gestão do Fundo de Apoio à Inovação.

Para beneficiar do financiamento por parte do FAI, o promotor deverá apresentar uma candidatura formal em formato digital ou em papel, dirigido ao Presidente da Comissão Executiva. Nela deverá constar um conjunto de informações que será abordado no próximo ponto.

Igualmente, durante o processo de avaliação da candidatura poderá surgir a necessidade de promover reuniões de trabalho entre os candidatos e os membros do FAI, com vista ao esclarecimento de eventuais questões e à melhoria de certos aspectos da candidatura.

Candidaturas - http://fai.pt/candidaturas/



:: Regulamento FAI - Despacho n.º 32276-A/2008 ::



:: Regulamento FAI (Alteração) - Despacho n.º 13415/2010 ::



Fonte: Fundo de Apoio à Inovação

setembro 25, 2010

Portugal Tecnológico - Conferência "Mobilidade e Energia e Acessibilidade Digital"


:: Portugal Tecnológico 2010 ::

:: Conferência "Mobilidade e Energia e Acessibilidade Digital" ::

:: Conferência “Energia, Desenvolvimento e Emprego” ::




Link: Webcasts & Apresentações

Fonte: Public-i

julho 30, 2010

INEGI - Energia Eólica Offshore

Apresentação realizada por Barata da Rocha, Presidente do INEGI, sob o tema "A Energia Offshore no INEGI", na conferência "Energia Offshore", no Ciência 2010.


:: INEGI - Energia Eólica Offshore ::



julho 13, 2010

Projecto: Smart I Win!

A crescente consciencialização da comunidade técnico-científica, dos agentes económicos, dos organismos políticos e do público consumidor sobre as questões ambientais relacionadas com a emissão de gases poluentes, assim como a necessidade de dispor de alternativas viáveis à utilização dos combustíveis fósseis, veio lançar novamente o debate sobre o futuro das tecnologias de tracção automóvel, nomeadamente da tracção eléctrica.

A A. A. Silva tem vindo a investigar as possíveis alternativas à bateria de chumbo-ácido para diversas aplicações, incluindo a tracção eléctrica. Neste âmbito, de modo a incrementar o esforço de estudo e compreensão da tecnologia envolvida na tracção eléctrica automóvel, na construção e utilização das baterias para esta aplicação (Lítio ou outras tecnologias), assim como na sua integração no VE, foi decidido efectuar a conversão de um veículo de motorização convencional em VE. Este automóvel convertido funcionará como laboratório móvel da Autosil para teste de baterias em aplicação real, representando uma plataforma de estudo avançado das tecnologias envolvidas nos restantes componentes do VE, como o motor, o sistema de controlo da tracção, o carregador e conversores de tensão, assim como na sua plena integração com os sistemas e comandos já existentes no automóvel convencional.

A conversão foi efectuada num automóvel Smart usado, onde foi instalado um motor eléctrico de uma antiga máquina, convenientemente reconvertido para a utilização pretendida. Foram também projectados e instalados alguns componentes e peças mecânicas específicas para efectuar o acoplamento à transmissão e o controlo do sistema eléctrico de propulsão. Foi montada uma bateria de teste de tecnologia de LiFePO4 (lítio fosfato de ferro), que está actualmente a ser estudada pela Autosil, especialmente concebida para instalação no VE.

Estão a ser realizados testes para optimização do sistema eléctrico de tracção que permitirão optimizar o funcionamento do automóvel, avaliar as características da tracção eléctrica e da utilização da bateria e validar o desempenho obtido. Uma das características mais relevantes da tracção eléctrica e que já está a ser testada no Smart Iwin é a possibilidade de recuperação de energia durante a travagem ou descida para carregar as baterias. Espera-se que este veículo com a actual bateria de 5kWh, depois de convenientemente configurado e se utilizado criteriosamente, possa vir a atingir uma autonomia superior a 50km, uma velocidade máxima superior a 100km/h e a carregar a bateria em cerca de 1h.


:: Smart I Win! ::



Fonte: AUTOSIL



:: Apresentação iMTT - BATERIAS PARA VEÍCULOS ELÉCTRICOS ::




julho 02, 2010

Perspectivas em Tecnologias Energéticas - ETP (Energy Technology Perspectives) 2010

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou nesta semana o estudo "Perspectivas em Tecnologias Energéticas 2010" (ETP 2010), que aponta alternativas consideradas viáveis para reduzir as emissões de carbono mundiais da área de energia. O documento alerta para a necessidade de uma "revolução tecnológica" que ajude a combater o aquecimento global.

As perspectivas em tecnologias energéticas - Energy Technology Perspectives 2010 (ETP 2010) demonstram que um futuro com baixas emissões de carbono constitui também um poderoso instrumento para promover a segurança energética e o desenvolvimento económico.

O ETP 2010 examina as opções futuras em matéria de combustíveis e tecnologias disponíveis para a produção de energia eléctrica e em sectores chave da indústria, como a construção e os transportes. Pela primeira vez, esta edição inclui uma análise da Europa da OCDE, dos Estados Unidos da América, da China e da Índia, que representam conjuntamente cerca de 56% da procura actual de energia primária. Em seguida, define as mudanças tecnológicas necessárias para um futuro energético sustentável e fornece uma série de roteiros tecnológicos para avaliar o caminho percorrido. Outros elementos inovadores desta edição do ETP 2010 são os capítulos sobre o financiamento, a mudança de comportamentos, a difusão de tecnologias entre as economias desenvolvidas e as economias emergentes, bem como uma discussão sobre os impactos ambientais de certas tecnologias energéticas importantes.

Esta publicação demonstra que será necessário todo um leque de tecnologias existentes e inovadoras para vencer esses desafios e simultaneamente destaca as áreas de acção prioritárias e os mecanismos que podem contribuir para operar essa transição. Esta abordagem destina-se a ajudar os decisores de todas as áreas a identificarem as combinações de tecnologias e políticas mais eficientes nas suas situações específicas. Ao integrar roteiros detalhados para facilitar a implementação das tecnologias, o estudo ETP 2010 pretende desta forma promover dois aspectos da revolução energética: a necessidade de mudar o ritmo de progresso e o maior empenho de todos os países, sectores e agentes.

:: Perspectivas em Tecnologias Energéticas - ETP 2010 ::



Fonte: IEA - Internationl Energy Agency